Anuncie onde seu cliente também vê!   I    Demei Geração informa sobre o reajuste da Receita Anual de Geração (RAG)   I    Onda de calor na Europa complica prevenção do coronavírus, que continua devastando o Brasil   I    Motoboy é vítima de racismo durante entrega em condomínio de luxo   I    ÁUDIO: delegado Miron detalha prisões de elementos no Getúlio Vargas por tráfico de drogas   I    Polícia Civil de Ijuí termina de desmantelar associação criminosa armada
28 de abril de 2020

VÍDEO: um ano depois, familiares de jovem morta em Catuípe clamam por justiça

Passado mais de um ano da morte da adolescente Maria Eduarda Zambon, em Catuípe. Familiares da menina acionaram a reportagem do REPÓRTER Janio Fernandes para pedir justiça em relação ao assassinato, com requintes de crueldade.

Em vídeos enviados à redação a tia Jussara da Silva e a avó Eva Ávila da Silva, pediram mais agilidade no processo, que tem como réu, Pedro Zimmermann, 52 anos.

Emocionada, a avó Eva Ávila da Silva, da estudante que na época tinha 15 anos, disse que menina viveu até os nove no perímetro urbano de Catuípe e depois foi morar no interior município, proximidades do local em que foi encontrada morta. Eva pede por justiça.

Em busca de justiça familiares podem realizar uma passeata pelas ruas de Catuípe.

VÍDEOS

O CRIME

Uma adolescente de 15 anos foi encontrada morta na manhã deste sábado (30), na localidade de Santa Terezinha, no interior do município de Catuípe, no Noroeste do Rio Grande do Sul. Maria Eduarda Zambom estava desaparecida desde a tarde de sexta-feira (29).

De acordo com o delegado que investiga o caso, Gustavo Arais, o principal suspeito é um motorista, de 52 anos, terceirizado da prefeitura do município e que fazia o transporte escolar da vítima. Maria Eduarda teria sido morta por asfixia.

“Ela estava em um matagal. Perto dela, foi encontrado um cobertor que, provavelmente, ele usou para asfixiar ela. Tem marcas no pescoço dela. Ela correu dele, o tênis dela foi encontrado longe do local. Eu acredito que ele premeditou o crime. Ela ia todos os dias para a escola, às 6h, de ônibus ou kombi. Nesse dia, ele buscou ela com um carro particular”, explica o delegado.

Os pais da jovem ainda dormiam quando ela saiu de casa para ir à escola. Por volta das 13h, como ela ainda não havia voltado para casa, a família procurou amigos e vizinhos em busca da adolescente. A polícia foi avisada às 16h do desaparecimento e começou as buscas na região.

O carro do suspeito foi localizado abandonado no interior do município, a cerca de 30 km do Centro da cidade. A mochila da adolescente estava próxima do veículo. Segundo o delegado, não havia marcas de sangue.

Durante a madrugada, a polícia encontrou ainda a blusa e um tênis da vítima em um ponto bem distante de onde foi encontrado o veículo. O corpo dela estava em outro local do município.

O suspeito foi localizado ferido e está internado no Hospital de Caridade de Ijuí. “Testemunhas viram ele pedindo ajuda. Ele tinha um corte profundo na garganta e um no peito. Teve que passar por cirurgia e não sabemos se vai sobreviver”.

O delegado já pediu a prião temporária do suspeito. O carro do suspeito e o corpo da vítima vão passar por perícia.

“Não descartamos qualquer linha de investigação, mas pedimos para a perícia para analisar material genético nas unhas da vítima para entender se ela tentou se defender ou se ele próprio tentou tirar sua vida. Também precisamos saber se ela foi vítima de violência sexual”.

Fonte: REPÓRTER Janio Fernandes / GaúchaZH

Notícias Relacionadas

  • “Contei minha vida perdida...

    10 de agosto de 2020
  • Aumenta o número de mortos e ferido...

    4 de agosto de 2020
  • Comunicante de abigeato sugere doaç...

    27 de julho de 2020
  • Briga em estabelecimento comercial ...

    14 de julho de 2020

PUBLICIDADES

PUBLICIDADES



NOTÍCIAS NO SEU E-MAIL

Cadastre-se para receber.

Entre em contato conosco



(55) 9 9186-3339 Ijuí/RS / CEP: 98700-00
Copyright 2019 ® - Todos os direitos reservados 
Enviar mensagem
Olá tudo bem!
Deixe aqui seu recado que em seguida vamos responder.
Repórter Janio Fernandes